É o meu tormento esse dilema infinito
será meu amigo ou meu inimigo
to falando daquele cara, o coração
as vezes ele faz umas cagada, me deixa sem reação
Do nada, ele vai a mil
desce o suor friu
as pernas tremem sem parar
É isso que chamam de amar?
Esse humilde sentimento
pra min parece mais um tormento
Meche demais comigo, me deixa grogue e sem fome.
Eu nem tava conseguindo mais andar
meu corpo já estava sendo controlado por ele.
Minhas ações minhas atitudes, e alguns tem a cara de pau de dizer que são tudo virtudes..
que é preciso saber amar e nao sei o que lá, pra min, parece mais um sofrimento,
tá louco, se sentir-se assim ruim for amar, nunca mais quero entrar nesse mar, ilusão é só o começo, depois tudo se transforma em pesadelo, e depois que entrar, pra sair é muito mais dificil, é uma tortura constante, uma tristeza assim se faz em um instante, deixa só ela te deixar, pra você ver onde você vai parar, como eu dizia antigamente, abandonado no fundo do mar.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Do passado, um tormento.
...era uma vez o amor, lindo doce e saudavel, eram dois, eu e ela, se olhando e sorrindo, se admirando, viajando em um beijo ou um olhar, pelo menos era o que eu pensava na epoca, que era de verdade, que definitivamente era eterno, porem por duas vezes estive enganado, ela se foi, e levou tudo que eu sentia embora, por duas vezes em minha vida, achei que tinha encontrado a metade da minha laranja, por duas vezes estive errado, há quem diga que eu estava certo quando escrevi o Diario do Rancor, que aquelas palavras de odio e rancor eram verdadeiras, que realmente tudo que eu sentia era real, e que as coisas que aconteciam eram verdade, porem, nada restou, daquela coisa imensa, aquele descontrole total, o que sobrou? Apenas tormento, apenas insatisfação e odio, nao era apenas o fim, surgiu um terceiro sentimento, que é quase inexplicavel, é a vontade de evitar, estar longe. Enquanto fico noites adentro analisando essa estranhisse, as vezes me pergunto se será possivel que eu sinta denovo, aquele friuzinho na barriga, e aquelas palpitadas especiais no coração, sigo vivendo assim, me perguntando, "será possivel?"
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